Há dois, não há.
Alcanço, escapa.
Fica, fica.
Escapa, alcanço.
Penso, invento.
Amo, digo.
Não digo, amo.
Não consigo.
Não fico.
Não quero.
Quero.
Amo.
sábado, 20 de setembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Mar, céu
O Mar, o Céu.
Mar, Céu;
És retórico no modo de proferir sentimentos,
rumores, tambores.
Não bastasse a beleza, traz a delicadeza,
a proeza, a tez da tristeza.
Esnoba a ironia das semelhanças,
dança,
morre
e nasce como um verso.
És Mar, céu.
És a matriz de um latente amor,
que repousa sob o murmúrio.
Sob o Mar, sob o Céu.
Amor que oscila.
Ora cor, ora dor.
Sem Mar, Céu, me torno lúrida.
Me torno o anoitecer da enseada.
Sem lirismo e sem sabor.
Mas a aurora à beira-mar me projeta na bailarina,
na comunista, na atriz, na pianista,
na amante oculta.
Sonho com o Mar, com o Céu,
com o aroma, com a textura,
com noites de sussurros e largas manhãs.
Não me canso.
Apenas sonho e amo.
Atraente sina:
Amo Mar
e sonho Céu.
Mar, Céu;
És retórico no modo de proferir sentimentos,
rumores, tambores.
Não bastasse a beleza, traz a delicadeza,
a proeza, a tez da tristeza.
Esnoba a ironia das semelhanças,
dança,
morre
e nasce como um verso.
És Mar, céu.
És a matriz de um latente amor,
que repousa sob o murmúrio.
Sob o Mar, sob o Céu.
Amor que oscila.
Ora cor, ora dor.
Sem Mar, Céu, me torno lúrida.
Me torno o anoitecer da enseada.
Sem lirismo e sem sabor.
Mas a aurora à beira-mar me projeta na bailarina,
na comunista, na atriz, na pianista,
na amante oculta.
Sonho com o Mar, com o Céu,
com o aroma, com a textura,
com noites de sussurros e largas manhãs.
Não me canso.
Apenas sonho e amo.
Atraente sina:
Amo Mar
e sonho Céu.
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